Na minha penúltima postagem, eu vim exaltar "Três Coroas Negras" e agora já trago a continuação da série. Como "Um Trono Negro" saiu depois de eu ter terminado o primeiro livro da série, minha ansiedade pela continuação não estava tão intensa, mas eu não consegui segurar tanto tempo para saber o que iria acontecer. 

Depois dos acontecimentos intensos, do final de "Três Coroas Negras", era certo que as coisas seriam muito agitadas nesse segundo volume. Agora temos uma Katharine muito diferente do que conhecemos, uma Arsinoe muito mais madura e um pouco mais confiante, diante de sua descoberta. Já Mirabella, está menos imponente do que nos foi apresentado e finalmente temos as rainhas muito mais equiparadas, uma com as outras. 

"Um Trono Negro" ainda possui muitas explicações sobre as histórias e lendas da Ilha, porém o ritmo é bem mais acelerado do que seu antecessor, fazendo com que as páginas sejam devoradas muito mais rapidamente. Altas emoções a cada capítulo e a cada jogada das rainhas e de seus protetores. Algumas respostas, sim, porém muito mais aberturas para o desenvolvimento da história que ainda promete muito pelos próximos títulos. 

É certo que criar uma história onde três irmãs deveriam se matar para alcançar a coroa já deixa a dica de que Kendare Blake não tem coração, por isso, já era de se esperar que em breve começariam as mortes de personagens que a gente cisma de se apegar. "Um Trono Negro" nos leva dois deles e deixa aquele sofrimento para os personagens que também os amavam. 

Muito mais peças em jogo, muito mais sobre as personalidades das rainhas e muito mais caos prometido, esse segundo volume só veio para nos deixar mais amantes da série e muito mais ansiosos pela continuação – Two Dark Reigns –, que será lançado em setembro e esperamos que a Globo Alt traga em ótima velocidade pra gente!

Avaliação:

Ficha Técnica
Título: Um Trono Negro
Autor: Kendare Blake
Editora: Globo Alt
Páginas: 336
“O amor não é para os covardes”. Pág: 99.

Oi Povo, tudo bem?
Hoje vamos falar de “A Bela e a Fera: Perdida em um livro” da autora Jennifer Donnelly, lançado pela Universo dos Livros. Ganhei no encontro de blogueiros da editora, na Bienal do Livro, no ano passado. Fiquei super feliz porque sempre fui apaixonada pela história da Bela e de todas as princesas, ela é a única que entende completamente meu amor incondicional pelos livros.

Um pequeno adendo: Quando estou lendo e alguém pergunta para minha mãe o que estou fazendo, ela sempre responde: “Ela está perdida em um livro”. Tudo haver com o título, né? Hahaha.

Na história, Bela já está presa no castelo com a Fera e seus empregados. Com o passar do tempo ela logo se torna amiga dos empregados, pois eles tem um coração enorme. Já com a Fera, ela tem um grande pé atrás. Mas, para sua grande surpresa a Fera lhe dá um presente lindo, que ela nunca sonhou em ter. Ela ganha uma biblioteca!!! Bela que só lia os livros da pequena biblioteca do padre de sua vila, fica encantada. Preciso comentar que o Fera é o cara, como assim dá uma biblioteca? Hahaha.

Bela apesar de estar feliz com o presente que ganhou, ainda fica bastante triste por esta longe do seu amado pai. Numa das idas para biblioteca, ela encontra um livro chamado “Nunca Mais”. Um livro que à distância parece normal, mas na realidade ele não tem nada de normal. Ao abrir “Nunca Mais”, ela é teletransporta para história e lá começa a viver diversas aventuras. O problema é que ela some do mundo real quando está no livro e todos no castelo ficam preocupados com as horas que ela passa trancada na biblioteca.

“— Bela, é uma coisa maravilhosa ler sobre a vida de outras pessoas, mas é importante viver a sua própria vida também, independente do quanto a vida às vezes possa ser um grande desafio.” Pág: 146.

Só que nem tudo é tão lindo e perfeito quanto Bela acha que é. Existe um grande mistério por trás de “Nunca Mais”. Será que Bela irá perceber a tempo?

Não posso contar mais que isso para não estragar a surpresa da história. Mas, amei a leitura e indico para quem quer uma leitura leve, divertida e que ainda assim nos ensina grandes lições de vida. Abaixo o quote que mais mexeu comigo:


“Você acha que é a vida que vence a morte? Pois não é. É o amor. A vida é frágil. A vida acaba. Mas o amor? O amor vive para sempre.” Pág: 100.

Avaliação:
Ficha Técnica
Título: A Bela e a Fera: Perdida em um Livro 
Autor: Jennifer Donnelly
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 304

O livro de hoje nos foi concedido pela editora Harlequin — nossa editora BFF — e é o quinto da série Mosaico. Em Pertinácia, Sue Hecker nos contará a história de Rafaela Faria, uma órfã que passou toda a sua infância em um orfanato. E, depois de crescida, conseguiu com muito esforço e dedicação se tornar uma ótima enfermeira, mas algum tempo depois se apaixonou por seu patrão e não sendo correspondida, acabou demitida.




O que foi que eu fiz?! Eu destruí tudo.   



O prólogo nos mostra a personagem principal escrevendo uma carta de desculpas ao patrão e  se despedindo de sua pequena paciente com anencefalia, chamada Vitória. Rafaela já era muita apegada à Vitória, então estava sofrendo bastante pela perda de seu emprego, além de estar muito envergonhada de ter praticamente se jogado nua em cima do Dr. Marcos, seu chefe, que já amava outra mulher.  
      
Passado todo o drama e sofrimento do prólogo, nós conheceremos o Jonas, um baita advogado bonitão que cuidará de toda a burocracia da demissão de Rafaela — além de cuidar dos nossos corações. Rafaela vai ao seu escritório para assinar toda a papelada e, sendo gente como a gente, fez questão de pagar vários micos — se não for pra passar vergonha a gente nem sai de casa — e eu tenho certeza que foi esse jeitinho princesinha desconstruída que conquistou o cheiroso logo de cara. 

O que interessa o certo quando o errado parece ser tão perfeito?

Jonas é um cara solteiro, bonito, inteligente, bonito, conquistador e bonito. Mas o cara não namora, tem seus contatinhos e festinhas, mas o que o impede de ter um relacionamento sério é o fato de ser um voyeur. É muito difícil achar uma mulher que concorde e queira praticar em um relacionamento. Talvez isso esteja prestes a mudar.

Jonas tem uma forma de olhar que me faz querer ser quem nunca fui, encontrar dentro de mim uma Rafaela que ainda não conheci.

O livro segue essa vibe de conquista e paquera, nossa doce Rafaela sempre tem uma resposta na ponta da língua para Jonas e não se intimida com o seu olhar penetrante e sinistrão, a bicha olha de volta mesmo, afronta  e não quer nem saber. Sinceramente, o que mais me impressionou no livro foi toda essa tensão palpável entre os dois personagens principais — essa coisa de quase sair faísca quando se encostam. Devemos também reconhecer que a autora soube compor um belo romance, apesar de ser uma história clichê, conseguiu fugir de todos os clichês tradicionais do gênero.

Eu não vou me aprofundar mais  para não estragar, mas apesar de ser o quinto livro da série, você consegue ler tranquilamente sem ter lido os outros — falo isso por experiência própria — claro que quem leu os outros livros pegou algumas referências nesse, fiquei sabendo até que  a personagem principal já tinha aparecido em outro volume, mas eu garanto que você pode ler sem a necessidade de ter lido os anteriores. Mas cá entre nós, sempre é bom ler alguns livrinhos a mais, não é?



Avaliação:                                                                                               Ficha Técnica
Título: Pertinácia
Autor: Sue Hecker 
Editora: Harlequin
Páginas: 254

Queridos leitores,

Eu consegui! \o/\o/ Enfim li o terceiro romance do Quarteto Smythe-Smith. Admito que tenho um certo carinho pela Sarah, afinal só assim Anne, a protagonista de “Uma noite como esta” tocou no musical anual da família.

A leitura de “A Soma de todos os beijos” começa na tarde anterior ao fatídico duelo entre Daniel Smythe-Smith e Hugh Prentice. Quando parecia apenas uma tarde normal bebendo e jogando piquet com os amigos, tudo virou de cabeça para baixo devido a autoconfiança e arrogância de um homem que nunca “errava”.




Hugh Prentice observava tudo. E também se lembrava de tudo. Se quisesse podia recitar Romeu e Julieta inteiro, palavra por palavra. Hamlet também. Júlio César não, mas só porque nunca o lera.
Se no livro anterior temos a visão de Daniel, agora Hugh mostra como aquele dia mudou a vida dele para sempre, como bebida e estupidez andam sempre juntas. Ele sempre foi conhecido por ser “estranho” e um tanto presunçoso, mas bem, ele podia ser com todos os seus talentos matemáticos. Durante a leitura temos vários flashbacks de sua infância, onde conhecemos o louco, arrogante e mau caráter do seu pai, assim como Freddie, seu doce irmão mais velho.

Conhecido nosso protagonista masculino, vamos a nossa protagonista feminina, Sarah Pleinsworth é conhecida por tentar sabotar a apresentação musical da família no ano anterior, no início da leitura se mostra bem egoísta e dramática. Anos antes sem que ninguém soubesse, Sarah confronta Hugh em um baile sobre todo o mal que ele causou a família dela, e bem especificamente a ela, e dali por diante só faíscas de raiva emanam dos dois. No entanto, Honória que é um amor de pessoa, quer se ele se sinta bem vindo e querido em seu casamento com Marcus (casal de Simplesmente o Paraíso), que sem saber da discussão passada pede justo para Sarah lhe fazer companhia, e acabamos descobrindo uma menina/mulher que vai amadurecendo e aprende a reconhecer os próprios erros e a corrigi-los.

Mas esse é um romance de época e por isso temos certeza de um final feliz, então é claro que Hugh descobre que, às vezes a pior coisa que te acontece, é aquela que traz o melhor pra sua vida, esse alguém é Sarah, isso é claro até ela descobrir da promessa que ele fez ao pai. O que será que ela vai pensar? Já adianto que não vai dar em nada bom.

Foi o melhor dos três livros, li muito rápido, os diálogos dos dois são incríveis e muito engraçados, ele é um matemático brilhante e tem um humor mórbido, ela é dramática e tem uma língua afiada, e nenhum dos dois gosta de perder ou ficar por baixo. Julia Quinn mais uma vez nos encanta e diverte, nos fazendo dar mais leveza a essa louca vida que nos cerca.

É claro que não podia terminar sem um dos diálogos de Harriet, Frances e Elizabeth. Essas meninas são incríveis.
A nova personagem deve ser Parecida com Sarah. Deixem-me ver…
Cabelos pretos com uma leve tendência a encaracolar.
Olhos escuros insondáveis - acrescentou Frances, empolgada. - Devem ser insondáveis.
Com um quê de loucura - disse Elizabeth.
Sarah se virou para encará-la.
Só estou fazendo a minha parte - alegou Elizabeth. - E certamente vejo esse quê de loucura agora.
Avaliação:
Ficha Técnica
Série: Quarteto Smythe-Smith
Título: A Soma de Todos os Beijos
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 272

Uma das autoras internacionais mais populares do ano passado foi Victoria Schwab, que também veio à Bienal Internacional do Livro, que aconteceu aqui no Rio de Janeiro.
Eu já havia ouvido falar muito bem de Schwab e gostei muito de "Um Tom Mais Escuro de Magia", até que percebi que ainda não havia exaltado esse livro por aqui.

Acredito que todos tenham uma visão de como é Londres, mas Victoria nos apresenta mais três versões da capital inglesa. Assim como indicado na capa do livro, há uma Londres Branca, outra Londres Cinza, uma outra Londres Vermelha e também uma Londres Preta, onde vivem os protagonistas da história, separadas por dimensões diferentes. Dentre eles há Kell, um dos últimos Viajantes que podem transitar entre a magia das cidades.

Até que um dia, em sua mania de colecionar itens das quatro Londres, o Antari — nome dado aos humanos que podem usar magia, como Kell — se depara com um objeto misterioso. Daí em diante, sua vida corre perigo. Na verdade, a vida de todo o mundo passa a correr perigo. Como não ser atraído por essa história?

A história é narrada em terceira pessoa, o que achei ideal para poder descrever melhor tantos cenários — que são muito ricos — e personagens. Acredito que faltariam detalhes coerentes para explicar características de cada cidade — que são bem diferentes uma da outra — caso isso não fosse feito por um personagem próprio de cada local e que fosse um tanto onisciente. E fique tranquilo, porque Victoria explica tudo o que precisamos saber.

Embora possa parecer um universo muito grande e complexo para ser compreendido, a autora nos trará as descrições nos momentos ideais, o que também explica a quantidade de páginas um pouco acima da média. Além disso, para quem está acostumado com livros de fantasia, rapidamente conseguirá interpretar e criar uma imagem de cada Londres.

Kell tem uma responsabilidade muito grande, diante do seu cargo, mas eu fiquei um tanto incomodado com a indiferença do personagem em determinadas situações e circunstâncias. Me pareceu o tempo todo que ele não se importava o tanto que deveria se importar diante de certas urgências. Confesso que gostei muito mais de Lila, que talvez devesse ser uma personagem menos interessante — por ser humana e sem tantas habilidades legais.

Outra coisa que me incomodou um pouco foi a falta de conexão entre os personagens das Londres, deixou um clima ameno, que deveria ser mais intenso devido ao perigo apresentado pela narrativa.

Mesmo com esses incômodos, o livro possui mais qualidades do que defeitos e uma outra que eu gostaria de destacar é a falta de romance! Sim, eu não sou fã do casalzinho protagonista que supera tudo com o amor. Tampouco de triângulos ou outras possíveis amorosas figuras geométricas que o romance possa assumir. Então se você pensou que Lila e Kell formarão um par romântico, pode largar de mão esses coraçõezinhos todos, o foco da história — ainda bem — não é afetado por dilemas de amor.

"— O amor não nos impede de congelar até a morte, Kell — continuou ela. — Ou de passar fome, ou de ser esfaqueada por causa do dinheiro em seu bolso. O amor não nos compra nada, então fique feliz pelo que você tem e por quem tem, porque você pode até querer coisas, mas não precisa delas."

Victoria nos entregou uma narrativa com um ótimo ritmo e com elementos bastante distintos do clichê fantástico, que promete se desenvolver muito bem. Ainda não li o segundo volume — a fila de leitura tá gigante! —, mas espero que a história siga o rumo do sucesso, mantendo as mesmas qualidades presentes em "Um Tom Mais Escuro de Magia".

Avaliação: Nota 4/5

Ficha Técnica:
Título: Um Tom Mais Escuro de Magia
Autora: V. E. Schwab
Editora: Record
Páginas: 420

Hoje falaremos sobre um livro que me surpreendeu muito, confesso que comecei a ler despretensiosamente, achando que o livro seria tão superficial quanto a sua adaptação cinematográfica, e levei um belíssimo tapa na cara. 

O livro DUFF nos contará a história de Bianca Piper, uma garota que não está nem aí para a opinião alheia, e não é uma das mais bonitas e populares do colégio. Bianca é muito inteligente e demasiadamente cínica, sarcástica e mal-humorada. Apesar do humor ácido, tem duas melhores amigas de personalidades opostas as dela, Casey e Jessica, duas meninas super legais — e bonitas — que estão sempre sorridentes e querendo dançar em uma espécie de clube noturno para adolescentes — um lugar que Bianca odeia — e é lá que a história começa. 

Bianca estava sentada no bar enchendo a cara de Coca Light — em um profundo tédio — quando o boy magia supremo de sua escola senta ao seu lado e começa a puxar papo. Como qualquer pessoa sã faria, ela desconfiou e deu vários foras nele, mas foi surpreendida por sua resposta.

 — Eu, na verdade, preciso da sua ajuda. Olha, suas amigas são gatas. E você, querida, é uma Duff.      — E isso significa alguma coisa?                             — Uma sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, ou seja, a amiga feia e gorda — explicou ele.— Sem querer ofender, é isso que você é.               [...]                                                                              — O lance é que os cientistas já provaram que todo grupo de meninas tem um ponto fraco, a Duff. E garotas bonitas tendem a se dar bem com garotos que se enturmam com as suas Duffs.                        — E agora todos os drogados estão autorizados a chamar a si mesmos de cientistas? Isso é novidade pra mim.

Calma pequena fadinha, ainda não é tempo de incinerar Wesley — o boy magia —, te garanto que ele pagou pelo o que disse. Mas ele acaba se tornando um personagem crucial para o desenvolvimento da  história, pois a partir desse momento, Bianca não para de pensar no bendito rótulo que foi imposto a ela e, em certa hora, chega a se indagar do por quê uma garota que não liga para a opinião das pessoas sobre si, ficar tão abalada com essa designação, será que ela realmente não se importa com a sua aparência ou reputação?

Confesso que o humor ácido de Bianca já me conquistou logo nas primeiras páginas, parece que ela sempre tem uma resposta na ponta da língua para qualquer provocação, e é cheia de opiniões fortes e polêmicas — concordo com quase todas — além de ser a rainha do cinismo.

A seguir, deixarei alguns dos melhores momentos de minha personagem favorita:

— Espanhol, é? — perguntou ele, lendo meus papéis enquanto os juntava. — Você consegue falar alguma coisa legal?                                                  El tono de tu voz hace que quiera estrangularme. — Eu me levantei e esperei que Wesley me desse os papéis que tinha recolhido.                                           — Isso parece bem sexy — disse ele, levantando-se e me entregando a pilha de deveres de espanhol que tinha juntado. — O que você acabou de dizer?             — O tom da sua voz faz com que eu queira me estrangular.

Ainda nem era a hora do almoço, e eu já queria pular de um precipício. Ah, tá, tudo bem, sou meio que chegada a um drama. Mas, definitivamente, queria voltar para casa e ir para a cama.

 — Seu senso de humor está precisando de exercício, então — sugeriu Wesley. — A maioria das garotas acha minhas brincadeiras charmosas.         — Essas garotas devem ter um QI tão baixo que precisam tomar cuidado pra não tropeçar nele.

Embora a história comece com um enredo adolescente e “clichê”, logo você perceberá que não é tão superficial quanto parece. Além de abordar vários assuntos importantíssimos, também nos faz refletir sobre o que realmente somos e nos mostra que compartilhar nossos sentimentos e aflições é muito importante para nossa saúde mental. 

“Mesmo nós, os cínicos, merecemos uma noite de folga de vez em quando, certo?”
Avaliação:                                                                                                                   Ficha Técnica
TítuloDUFF
Autor: Kody Keplinger
Editora: GloboAlt
Páginas: 328
author
Se você: Cheira livros, se apaixona por personagens, sofre com eles como se fosse alguém da sua família, corre atrás de autógrafos, viaja para outro estado para participar da Bienal do Livro, adora um sebo, procura por eventos literários, entra na livraria para dar um livro de presente e sai com dois para você, então você está no lugar certo!