A Torre - Resenha

A serviço secreto e sobrenatural de Sua Majestade

Olá galera! Como vocês estão?

Hoje eu trago para vocês a resenha de A Torre de Daniel O’Malley. Ganhei o livro da Editora Leya, no Evento da Aliança de Blogueiros, e tenho que dizer, meus olhos brilharam ao ouvir a Nanda dizer que era seu livro favorito e descrever um pouco da história, então assim que pude comecei a lê-lo.

Querida você,O corpo que está usando costumava ser meu. ...Você sabe o nome do corpo em que está? Chama-se Myfanwy. Myfanwy Alice Thomas. Eu diria que é o meu nome, mas você está com o corpo agora, então imagino que seja o seu.
Pág.: 7
Imagina abrir os olhos e estar toda dolorida, sem memória de uma vida e rodeada por cadáveres usando luvas de látex. Foi assim que ela "nasceu" ou “emergiu”, talvez seja um termo melhor. Ela não perdeu simplesmente a memória, como ocorre em um acidente de carro, por exemplo, ela perdeu sua essência, o que fazia ela ser quem era, e por consequência, a pessoa que abriu aqueles olhos não era a mesma que os fechou.

Só por você não ser eu, não significa que está a salvo. Junto desse corpo, você herdou certos problemas e responsabilidades. Vá encontrar um local seguro e então abra a segunda carta.
Atenciosamente,
Eu.
Pág.: 08

O livro começa quando essa nova pessoa está lendo uma carta, encontrada no bolso do casaco, explicando pouco do que aconteceu e dando instruções para que ela permaneça viva. A antiga Myfanwy deixa claro em suas cartas os perigos que ela corre e também, a opção de criar uma nova identidade ou assumir a dela. Como toda pessoa sensata, ela é claro decide fugir daquilo tudo, mas algo acontece e ela acaba assumindo a vida da antiga dona do corpo.

Myfanwy é uma Torre do Checquy, um grupo secreto do Império Britânico, que é encarregado de lidar com as questões sobrenaturais. O Checquy usa nomes de peças de Xadrez para nomear a corte que o compõe. Um dia ela está lá na dela, andando na rua e recebe um aviso de um “vidente”, dizendo que ela será atacada e vai deixar de ser ela, claro que ela não acredita muito e deixa passar, até que continua sendo avisada da sua “destruição” eminente e decide então tentar descobrir o porquê, mas principalmente fazer com a que a nova ela saiba o que está enfrentando.

Apesar de seus incríveis poderes, a antiga Myfanwy era uma pessoa muito introvertida e tímida, capaz de se retrair ao menor sinal de conflito, nem mesmo os anos de treinamento na propriedade (um tipo de lar/escola)  fizeram com que ela se tornasse o soldado que o Checquy esperava, e por isso se ocupa mais das funções administrativas, e deixa sua contraparte, a Torre Gestalt com a supervisão de operações externas.

Mas a nova Myfanwy não é nem um pouco tímida, na verdade é bem sarcástica e está apenas descobrindo a extensão dos seus poderes. No entanto, ela sabe que há um traidor entre eles e mesmo sem memória, parece ser a única capaz de desmascará-lo, mas como fazer isso quando você precisa manter um ar de normalidade?!

A antiga Myfanwy era uma administradora incrível, e deixou para sua substituta um fichário roxo enorme com tudo que ela precisaria saber, então durante a leitura vamos compreendendo como a organização funciona, quem compõe a corte e conhecendo melhor as duas Myfanwys. Aos poucos vamos descobrindo que o Checquy está sendo atacado por um antigo inimigo, o mais poderoso que já enfrentaram e acharam que haviam exterminado, os Grafters. Os Crafteres são basicamente cientistas malucos, que fazem modificações no extremas no corpo humano, são capazes de moldar a carne e alterar radicalmente suas propriedade, a ponto de não parecerem mais humanos, mas depois de décadas de aperfeiçoamento eles estão mais difíceis de identificar.

Em algumas partes fiquei entediada pela antiga ser tão detalhista em suas explicações, ao mesmo tempo que gostei muito de seus relatos, pois era como se ela tivesse usado as cartas para conversar com uma amiga e expressar seus medos e descobertas. Temos várias cenas de ação, em que nossa protagonista vai descobrindo o quanto é poderosa e desvendando o inimigo da Corte. Eu recomendo o livro para todos os amantes do sobrenatural, tem um final surpreendente e a nossa protagonista tem ótimas tiradas. Estou ansiosa para ler o próximo.


Avaliação:

Ficha Técnica
Título: A Torre
Autor(a): Daniel O’Malley
Editora: Editora Leya
Páginas: 432


Wicked - Resenha

Oi povo, tudo bem?
Hoje vamos falar “Wicked”, um livro que só pela capa conquista, o exemplar foi cedido pela editora Leya no evento da Aliança de Blogueiros do Rio de Janeiro. Confesso que quando ganhei esse livro fiquei louca, pois sempre tive curiosidade para entender melhor o outro lado da história, afinal ninguém nasce 100% malvado. No livro acompanhamos diversas fases da vida da bruxa Má do Oeste até ela finalmente encontrar a pequena Dorothy.

Logo no começo do livro presenciamos o nascimento de Elfaba, descobrimos que seu pai Frex é um pastor obcecado por pregar a “vontade” de Deus Inominável e sua mãe Melena não ficou feliz com a gravidez, quando sua filha nasceu verde e com dentes bizarros só lhe trouxe ainda mais tristeza. Seu pai, tem quase certeza que a filha nasceu estragada dessa maneira para puni-lo de seus pecados.
“Melena passou dias sem conseguir suportar olhar para o treco. Ela o embalava, como uma mãe deve fazer. Ficou à espera de que o manancial de afeto maternal irrompense e a dominasse. Não chorou. Mastigou folhas de alfineteiro, para flutuar para bem longe do desastre.” Pág: 33.

Elfaba, não teve muito carinho da mãe e do pai, mas teve a sorte de ter Babá em sua vida, ela que lhe ajudou a crescer e entender melhor os caminhos. Por ter a pele verde e dentes enormes e afiados que não cabiam direito na boca, ela tinha dificuldade de interagir com as pessoas. As pessoas morriam de medo de chegar perto dela e acabar pegando aquela cor ou de serem mordidas por aqueles dentes horríveis. Para piorar sua primeira palavra, foi dita com quase dois anos e foi: “Horrores”.

Na próxima fase do livro acompanhamos Elfaba entrando para a universidade de Shiz, lá ela sofre diversos preconceitos devido a cor da sua pele, mas ela tenta aproveitar o máximo que pode do conhecimento que tem acesso. Sua colega de quarto Galina fala que ela tem um caso grave de chatice por excesso de leitura (Confesso que devo sofrer da mesma coisa!! Hahaha). Uma das poucas pessoas que a trata com respeito é o professor Dillamond, que é um Animal (Bode), mas super respeitado na universidade. A diretora da escola Madame Morrorosa é uma mulher detestável que perturba a vida de todos. Sua irmã Nessarose e a Babá depois de um tempo acabam se mudando para a universidade também, é claro que a irmã de Elfaba também chama muita atenção, pois a mesma não tem os dois braços. Nessarose, ao contrário de sua irmã anda vestida de maneira elegante e tenta interagir como uma pessoa normal. Boq é um dos poucos amigos da irmãs que nunca as desrespeitou, ele é um dos personagens que mais curti nesse livro. Muita coisa transcorre nesta etapa da vida da nossa quase bruxa, mas algo acontece e ela se vê obrigada a largar a faculdade.

Com o passar das fases da vida de Elfaba entendemos melhor porque ela acabou se tornam aquela Bruxa Má, não vou entrar em maiores detalhes para não estragar as surpresas que encontramos ao longo do livro. O que mais curti na nossa Bruxa Má é que ela nunca se importou de ter nascido diferente, é como se ela até curtisse ser verde! Rsrs Devo dizer que a leitura do livro não é fácil, pois a história é rica em detalhes e personagens, ele deve ser lido com muito atenção e indico apenas para pessoas que curtem muito fantasia.

Avaliação:
Ficha Técnica
Título: Wicked
Autores: Greory Maguire
Editora: Leya
Páginas:496

Muito amor, por favor - Resenha

Oi povo, tudo bem?

Hoje vamos falar de um livro que queria ler tem um tempo e me arrependi de não ter lido antes. Minha curiosidade com “Muito Amor, por favor”, vem desde do lançamento em 2016, estava doida para entender como 4 homens jovens podem escrever sobre amor e relacionamento de maneira clara, atual e sem preconceito. Esse livro nada mais é do que um banho de amor próprio e amor ao próximo, os autores se dividem nos quatro elementos: Água, Ar, Fogo e Terra. Através desses elementos eles narram pequenos microcontos que nos prendem do início ao final do livro. Confesso que fiquei tão envolvida com as histórias criadas em cada elemento que li em dois dias, pois não queria que o livro acabasse logo. Pensei muito em como desenvolver a resenha e decidi que vou escolher um microcontos de cada elemento para poder dá um gostinho de como o livro foi desenvolvido.

1 - Ique Carvalho, narra o amor é fogo. Sabe aquele tipo de amor que esquenta a alma, mas que se for em excesso pode machucar? Ou aquele amor que surge das cinzas?

Chama acesa”, fala de um amor que respeita e admira a personalidade do outro. Que amor que é amor admira até os defeitos da personalidade e que nem sempre a pessoa tem noção de como ser ela mesma é importante para o outro. Me apaixonei por esse texto porque sempre acreditei que para amar, você tem que respeitar a pessoa do jeito que ela realmente é, afinal todos nós temos defeitos e qualidades.

“Por favor, não me diga que você mudou.
Porque, meu bem, se você mudar, aí, sim eu vou ter medo.
Se não for exatamente você, talvez não cause o mesmo efeito.”

2 - Matheus Rocha, narra o amor é terra. Sabe aquele tipo de amor que nos mantém firme no nosso lugar? Mas que qualquer abalo sísmico pode mudar tudo de lugar?

Amor pé no chão”, sempre idealizamos muito amor e que esquecemos que o amor não se faz apenas de momentos festivos e de presente fofos. Que só aprendemos o que é o amor verdade quando escolhemos ficar ao lado daquela pessoa ao invés de partir. Esse texto só me mostrou o que já venho pensando a bastante tempo, o amor é a escolha de lutar diariamente, nos momentos de crise e que tudo está para acabar e a escolha de ficar que nos mostra o verdadeiro sentindo do amor.

“Foi amando que aprendi a escolher. Escolher ficar. Não partir. Permanecer. Escolher virar a página. Recomeçar. Recomeçar de novo. Recomeçar mais uma vez. Dar mais uma chance. Dar a última chance. Escolher o amor.”

3- Arthur Aguiar, narra o amor é água. Sabe aquele amor que pode ser calmaria ou tempestade? Ou aquele que pode ser água quente ou água fria?

Profundo e repentino”, é aquele amor que não foi planejado e que nem se estava imaginando encontrar, mas que acontece de uma maneira rápida e tão extensa que não conseguimos controlar. Curti tanto esse texto porque ele mostra que não adianta ficar caçando o amor que ele acontece apenas no momento exato e certo.

“O amor aparece assim mesmo, quando você menos espera…
A forma como ele chega não é o mais importante, apesar de gostarmos de lembrar como é o início. Mas a maneira como vamos cuidar dele, conduzi-lo e regá-lo, essa, sim, é fundamental.”

4- Frederico Elboni, narra o amor é ar. Sabe aquele amor que é tão leve que nos faz pairar entre as nuvens? Aquele que às vezes se transforma em furacão e que em outras é apenas uma brisa envolvente?

Só eu sei a brisa e o furacão que sou”, é aquele amor próprio aquele que buscamos o autoconhecimento, aquele que nos aceitamos com os próprios defeitos e qualidades. Me identifiquei muito com o texto porque só a pessoa sabe o que já passou na vida, todos os erros e acertos. As vezes agimos como furacão em defesa própria, mas que é necessário ter seu momentos de brisa para aguentar os trancos que a vida pode dar.

“Ser sensível é viver tudo à flor da pele, é amar sem se preocupar com o amanhã. É, também, carregar muitos desafetos, muitas tristezas e alegrias únicas. Talvez esta seja a maior qualidade de ser sensível: todas as emoções são sempre únicas.”

Avaliação:

Ficha Técnica
Título: Muito amor, por favor
Autores: Arthur Aguiar, Frederico Elboni, Ique Carvalho e Matheus Rocha.
Editora: Sextante
Páginas: 240

Conteúdo Especial:

TOC - Transtornada Obsessiva Compulsiva - Filmes

 Oi pessoal! Tudo certinho?
Como vocês sabem as Fadas Literárias fazem parte do grupo Aliança de Blogueiros, e foi através dessa parceria que tivemos a oportunidade de ir na cabine de imprensa do filme TOC - Transtornada Obsessiva Compulsiva com direção e roteiro da dupla de Paulinho Caruso e Teo Poppovick.

O filme acompanha a história de Kika K (Tatá Werneck) uma atriz  recém descoberta, em ascensão e mega famosa, além de novelas, estrela campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs. Mas como nem tudo é perfeito, por trás de todo o glamour e holofotes, se encontra mergulhada em crise tanto em sua vida pessoal como na profissional. Enquanto precisa lidar com as limitações de seu Transtorno Obsessivo Compulsivo intenso e muito negado,  Kika se depara com Felipão (Luis Lobianco) um fã super louco e obsessivo, um namorado galã babaca e totalmente sem noção (Bruno Gagliasso) e ainda com os compromissos profissionais marcados pela exigente empresária (Vera Holtz). 

Kika K (Werneck), parece estar em todo lugar na TV, nas livrarias, em inúmeras campanhas e com tanta pressão passa a afundar cada dia mais em suas manias, agitação e inquietudes, tendo ainda que lidar com a espera e a expectativa  de conseguir o sonhado papel de protagonista em uma novela. Ao mesmo tempo, sofre com o rumo que sua vida tomou,  sua dura rotina, a distância e incompreensão do namorado galã (Bruno Gagliasso) e com uma a promoção de seu primeiro livro, que ela não escreveu e que foi induzida a divulgar como seu.

Eu ( Priscila) tenho que confessar que quando a Tatá surgiu nas novelas globais percebi que possua um talento raro no ambiente da comédia. E vi que seu tempo de resposta, raciocínio rápido e dom para improvisar  seria sucesso instantâneo, assim a aposta deu certo e acabou virando um grande fenômeno não só na telinha como também pode-se conferir nas telonas. Sucesso em tudo que toca, desde seu estouro na MTV, Tatá Werneck conquistou seu espaço com o passar do tempo e  participações  aclamadas em produções como Amor à Vida, Loucas pra Casar, Vai Que Cola e Haja Coração. Agora, nesse exato momento resolveu se aventurar nos cinemas e como disse anteriormente é lógico que seria um grande sucesso, bem leve,irreverente, empolgante e que consegue arrancar grandes crises de risos, onde no meu caso achei tão hilário que ri do início futurista até o fim inesperado. Posso dizer  com absoluta certeza que esse  é seu melhor trabalho, comparado não só as novelas, mas ainda aos seus tempos na MTV.
TOC de todas as maneiras possíveis é uma trama muito bem construída, inteligente, hilária, impactante, com uma plena arte de improviso e de certa forma também reflexiva. Já que aborda esta nossa nova realidade de celebridades instantâneas, que surgem do nada, parecem vazias e ainda assim cativam milhares e milhares de pessoas internet afora. Sem dúvidas e apesar de que muitos irão falar por puro preconceito por ser um filme brasileiro e ainda mais por ser uma comédia, ele sim possui uma qualidade única na produção e que fica mais claro nos diálogos travados no transcorrer das cenas. Ainda mais por descobrir que Kika é real, de carne e osso, um ser humano que erra, surta, grita, acerta e não é vazia, embora viva em um ambiente surrealista. 

Durante todo o desenrolar do filme os espectadores são mergulhados em uma espécie de máquina do tempo, não só pelos diálogos que remetem ao passado como ainda toda a brilhante trilha sonora que nos introduz nesse universo dançante, tais como: Raul Seixas, "Ouro de Tolo", "Nosso Sonho", de Claudinho e Buchecha, e "Eva", da Banda Eva, além das divertidas  referências  como Timbalada e Cidade Negra.

Logo, posso dizer que toda construção desse filme me surpreendeu bastante, por todos os mínimos detalhes,  seja pelo cenário, o elenco top de linha, roteiro e trilha sonora tanto pelo design e produção mais caprichado do que a maioria dos filmes desse  gênero no Brasil, sendo o destaque master os momentos do mundo dos sonhos da personagem. Tatá está extraordinária como a figura principal, porém essa  história não funcionaria sem o talento também dos autores e atores envolvidos, além dos bons personagens envolvidos. Como não podia deixar de destacar,  Vera Holtz surge divertidíssima como a empresária da atriz e consegue demonstra um lado mais cômico que nunca tinha presenciado.
Apesar de para mim ser desconhecido Daniel Furlan surge com uma atuação moderada e muito boa, onde é um sujeito anti-social, fechadão e de opiniões fortes e diversificadas que acaba por acaso na vida de Kika e oferece a ela uma visão diferente e livre do ponto de vista amoroso, envolvendo unicamente o espectador em sua perspectiva.
Outra atuação impecável e que na minha opinião possui um brilhantismo enigmático, é a participação de Ingrid Guimarães, que interpreta ela mesma, uma atriz consagrada que vive uma rivalidade com Kika. No qual,a cena em que as duas atuam juntas me arrancou boas gargalhadas, é impagável e muito ágil; mais ainda por saber na coletiva de imprensa do filme pela própria Tatá que foi a cena do mais puro improviso, sem ensaio e muito extrovertida, remetendo muitas vezes aquela peças teatrais de comédia hilariantes.

Por falar em entrevista coletiva , eu ( Priscila) tive a oportunidade de participar após a cabine de um bate papo com parte do elenco que não contou com a presença da Vera Holtz e da Ingrid Guimarães, onde em um universo paralelo perfeito e em que o Flash não tenha alterado usando sua super velocidade para interferir negativamente, a mega fã aqui teria conhecido o deliciosinho do Bruno Gagliasso, porém a triste realidade realidade resolveu me desiludir mais uma vez e ele também não esteve presente. Assim, me contentei com a presença ilustre da Tatá/tampinha Werneck e filmei tudinho, fotografei, ri com suas tiragens e enfim abracei, elogiei e tirei uma fotinho bem agarradinha com ela como uma boa fã/blogueira. 

Agora voltando para o filme  TOC dou-lhes uma master dica, corram  para os cinemas, preparem a pipoca quentinha com um bom e velho copo supremo de mate geladinho, façam aquele alongamento maxilar e abdominal se preparando para as crises intensas de risos e levem o lencinho para limpar a maquiagem borrada, pois vocês irão chorar de tanto rir. E não esqueçam  de que todo mundo tem a necessidade de em algum momento em sua vida, simplesmente de "ligar o foda-se". Bom filme cinéfilos !
Observação: O filme conta com uma importante cena pós-crédito, ao bom estilo Marvel de ser e vocês não ficarão olhando para a tela cheia de letrinhas  até acabar para não ter nada no fim como nos outro filmes.

Ficha Técnica:
Data de lançamento: 2 de fevereiro de 2017 (1h 45min)
Direção: Paulinho Caruso, Teo Poppovick
Gênero: Comédia
Nacionalidade:  Brasil
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Nota: 9.0,quatro estrelas
Fotografia: Pierre de Kerchove
Roteiro: Paulinho Centaruso, Teo Poppovic
Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha, Karen Castanho
Distribuidor: Dowtown Filmes
Elenco: Tatá Werneck, Bruno Gagliasso, Vera Holtz entre outros








Trailer :



O caminho para casa - Resenha

Olá galera! Como vocês estão?

Hoje eu trago para vocês a resenha de O Caminho para casa de Kristin Hannah. Recebi o livro em parceria com a Editora Arqueiro, e agradeço imensamente por mais esse livro incrível, kristin me encanta e emociona a cada livro, tanto que esperei um dia para começar a escrever a resenha, estava seca de tanto chorar.
O livro é dividido em duas partes e se passa no decorrer de dez anos, mais precisamente de 2000 à 2014. A narração em terceira pessoa é intercalada entre as duas protagonistas, Lexi e Jude.

Alexa ou Lexi, é uma jovem de 14 anos que passou anos pulando entre lares adotivos temporários, sua mãe era uma drogada que entrava e saia da reabilitação ou da prisão. Cada vez que Lexi começava a se acostumar com uma casa ou família nova, quando ela deixava que aquela pontinha de esperança crescesse dentro dela, a mãe voltava limpa e implorava uma segunda chance ao juiz e lá ia ela outra vez, arrumar as malas e se decepcionar. Quando sua mãe morre, a assistente social acaba achando uma tia-avó perdida e Lexi tenta desesperadamente não deixar a esperança tomar conta dela, mas dessa vez ela pode ser feliz.

- Desculpe-me pelo cheiro. Parei de fumar na semana passada, quando soube de você - disse a tia Eva, voltando-se para olhar para Lexi. - Crianças e fumaça de cigarro não combinam, não é?Uma sensação curiosa tomou conta de Lexi. Era como o leve bater das asas de um passarinho, uma emoção tão estranha que ela não a reconheceu de imediato.Esperança.
Pág.: 15
Lexi vai morar com Eva e sua vida muda drasticamente, ela agora tem alguém que a ama e se preocupa com ela, um lar de verdade, e logo no primeiro dia da nova escola conhece aquela que vai ser sua melhor amiga para o resto da vida, Mia.

- Posso me sentar aqui com você?- Suicídio social - respondeu a garota, sem erguer a vista.- Quê?Ela tornou a olhar para cima.- É suicídio social se sentar aqui. Nem mesmo o pessoal do teatro anda comigo. Pois é. Drástico assim.- Quer dizer que não vamos entrar para o time das líderes de torcida? Que tragédia...Pela primeira vez a menina demonstrou interesse em Lexi. Deu-lhe um sorriso desajeitado.
Pág.: 26
Mia é uma solitária, menina fofa e insegura, na escola vive à sombra do seu irmão gêmeo popular, Zach. As duas são parecidas em muitas coisas e no decorrer dos próximos três anos irão desabrochar, se divertir e criar um laço de amizade, amor e companheirismo.

Judith ou Jude, é a mãe de Zach e Mia. Ela é mãe em tempo integral, sua vida gira em torno das necessidades dos filhos, sempre cuidando para que eles sejam felizes e tenham todas as melhores oportunidades na vida. Ela é uma mulher maravilhosa, que criou dois ótimos filhos e se torna uma segunda mãe para Lexi.

- Isto é para você - disse Lexi para Jude, sentindo o rosto ficar quente. Era uma lembrancinha tão pequena… Ela a encontrara no balcão de descontos da floricultura. Provavelmente iria pegar mal, mas era só o que Lexi podia pagar. - Eu sei que você não precisa de mais nada, mas eu olhei e… vi que você não tem petúnias, então pensei… Bom, obrigada pelo vestido.Jude sorriu.- Obrigada, Lexi.
Pág.: 62
Quando Zach e Lexi se apaixonam, os três (Zach, Lexi e Mia) se tornam uma unidade, totalmente inseparáveis. O último ano do ensino médio chega e com ele as festas e comemorações, e a cada saída noturna deixa Jude com os nervos à flor da pele, e seu marido Miles precisa cuidar para que ela acabe trancando os filhos em casa. Mas em uma noite tudo muda, depois de uma briga seus piores pesadelos se tornam realidade e o mundo fica cinza.

Jude se aproximou da cama e observou a menina que seu filho amava. Tudo parecia tão sem importância agora… A briga que tiveram por causa desse amor, a dúvida com as faculdades. Jude agiria de modo de modo diferente dali em diante. Eu prometo, Deus. Serei uma pessoa melhor. Mas proteja Mia, Zach e Lexi.
Pág.: 140
Eu queria poder continuar contando o que acontece com essas pessoas amorosas e maravilhosas, mas não posso. Daqui em diante você precisa decidir se quer ler esse livro, o que eu posso te dizer é que você não irá se arrepender. O caminho para casa é um livro comovente que descreve com doçura e profundidade sobre maternidade, esperança, amizade, amor e perdão, a pressão social, o certo e errado. Espero que decidam ler, gostem e me deixem aqui sua opinião.


Avaliação:

Ficha Técnica
Título: O caminho para casa
Autor(a): Kristin Hannah
Editora: Arqueiro
Páginas: 351


Entre Nós – Resenha


Oi gente! Tudo certinho?
Hoje, rufem os tambores / o / o  / acreditem se quiserem, eu (Priscila) estou escrevendo a minha primeira resenha desde que comecei a fazer parte das Fadas Literárias, apesar de já estar algum tempo esta escrevendo sobre as cabines de imprensa dos mais variados filmes, e para a minha imensa alegria estou iniciando por um livro que conheci em um evento literário em 2015, diretamente pelas mãos da autora Cátia Mourão que  ao relatar a história me fez imediatamente virar fã de carteirinha, em parceria com a Aliança de Blogueiros do RJ.

Então, Entre Nós é o primeiro livro da série Mais Além da Escuridão, dos escritores Jonathan Souza e Cátia Mourão. Sou um pouquinho suspeita ao abordar o tema vampiros, pois desde que me entendo por gente e principalmente pelo filme/livro entrevista com vampiros da querida Anne Rice tenho uma paixonite/amor platônico por esse gênero e sim grito mesmo aos sete cantos do universo o quanto sou envolvida com o sobrenatural.

Dessa maneira, ao iniciar a leitura somos apresentados os personagens centrais; o vampiro Donovan Hunter (Hunter traduzido para o bom português significa para quem não sabe caçador e acho que esse sobrenome não é mera coincidência) que particularmente eu (Priscila) arrasto um bonde inteiro e muito mais, a vampira Carlie Marie, que apesar dos poderes é um pouquinho lenta e que em muitos momentos quis dar uma sacudida para ela acordar para vida, e o anjo caído sobrenome delicia e nada referencial Johnatan  Fallen que prometeu e cumpriu arrebatar o coração da mulherada.

Com essas informações em mãos, muitos leitores irão me perguntar, mas Priscila Como assim tem anjos no contexto? Sim, eles estão na narrativa e irei introduzindo os personagens por partes e prometo sem dar spoilers, já que não farei com vocês o que já fizeram muito comigo.

Assim, nesse primeiro livro, Carlie, uma vampira considerada novata na sociedade vampírica vive sob os cuidados e a proteção do meu Donovan desde sua conversão, e devido a uma viagem prolongada de seu companheiro de longa data, se encontra sozinha, linda e solta nas pistas de São Paulo e é em uma de suas escapadas que a mesma conhece Johnatan. Ambos, a primeira vista se desentendem, porém com os diversos encontros acabam por construir uma amizade que com o tempo se transforma em algo inesperadamente mais profundo, intenso, turbulento, cheio de intrigas, desencontros e ciúmes.

Logo suspiros Donovan retorna e ela se vê dividida entre o vampiro que é seu amigo e sua única família há quase um século e o anjo caído com quem descobriu o amor, um sentimento nunca antes experimentado por ela.

De certo que esse triângulo inusitado culminaria em uma disputa pelo cativante coração de Carlie, que mesmo sendo linda e sedutora ao estilo Scarlett Johansson, não faz a mínima ideia do quanto sua beleza pode ser arrebatadora (aguardem a resenha o Spin Off de  Entre Nós - livro 1 Pelos olhos de Donavan), para tornar mais grave toda a situação os antigos e poderosos inimigos de Donovan surgem trazendo na bagagem todo o seu passado conturbado, além de imensos problemas que não só colocarão sua existência em risco, mas a de sua amiga e seu amado também.

Como não poderia faltar o livro 1 é recheado de batalhas, paixão, segredos revelados e personagens novos que surgem inesperadamente apimentando ainda mais toda a história.

Entre Nós é um ótimo livro, apesar de ser uma leitura rápida, o mesmo consegue cativar com seu enredo voltado para os fãs de fantasia, super dinâmico, diversificado e único. Eu (Priscila) adorei muito todo seu conteúdo construído e já dou um conselho, se preparem para se apegarem profundamente a esses personagens com pinta de galãs, principalmente a um certo vampiro charmoso com sobrenome de caçador denominado Donavan. 

Boa leitura viciados em livros  e não esqueçam de conferir a sua continuação Revelações: Mais Além da Escuridão - livro 2 e Insurgência: Mais Além da Escuridão - livro 3, e ainda o imperdível e tão aguardado Spin Off Entre Nós: Pelos olhos de Donovan - livro 1.

Capas:



Avaliação:



Ficha Técnica:

Título: Entre Nós
Série: Mais Além da Escuridão
Autores: Cátia Mourão e Johnatan Souza
Formato: e-book e livro físico
Número de páginas: 289