Oi Povo,
Quando vi a capa de “O dia em que te amei” fiquei simplesmente babando de tão linda, aí descobri que foi lançado pela The Gift Box Editora e tive a certeza de que entraria para a lista de desejados. No evento The Gift Day, adquirir meu exemplar e ainda tive oportunidade de conhecer a autora Paula Toyneti Benalia e, claro, pegar meu autógrafo. Antes de começar a falar sobre a história, preciso dar parabéns a Editora pela diagramação do livro, dá para perceber que tudo foi feito com muito carinho, deixando a leitura ainda mais prazerosa para o leitor.

Helena sempre foi rejeitada pela própria família, sendo tratada pela mãe como simplesmente inadequada para a sociedade de Londres, mas mesmo assim era obrigada a participar das temporadas. Ela ficava no canto do salão simplesmente jogada às moscas, para piorar a sua situação, a maioria de suas amigas já estavam casadas e com filhos, e seus olhares de pena deixavam Helena ainda mais para abaixo.

No primeiro baile de sua terceira temporada, todos estavam animadíssimos, isso porque o duque de  Misternham escolheria sua futura esposa. Helena achava toda essa comoção da sociedade ridícula, afinal, ele era um ser humano como qualquer um. Com sua habitual falta de sorte, ela acaba ficando cara a cara com o duque e, de maneira inadequada para uma dama da sua posição, enfia os pés pelas mãos. Sendo assim, acaba menosprezada pelo poderoso Duque.

“E sem mais nenhuma palavra ele se foi, me deixando com a sensação de ser a garota mais idiota da Inglaterra. Definitivamente, eu me sentia uma vespa, um inseto que foi esmagado por ele e por toda sua arrogância.” Pág: 12.

O que Helena não esperava, era que alguns dias depois o próprio Duque apareceria em sua casa, e pediria sua mão ao seu pai sem ao menos lhe dirigir a palavra. Ela fica extremamente revoltada com a situação, e diz que não aceita se casar com ele. Seu pai, sendo uma pessoa cruel, lhe diz que não existe outra opção a não ser aceitar, e, um dia antes do casório, ele lhe dá uma surra tão forte, que ela mal consegue ficar de pé para dizer sim ao padre.

“Ele não tinha machucado o meu rosto. O bom e digno Márquez, como todos diziam, sabia que precisava de um belo rosto para manter o casamento. Já o restante do meu corpo estava marcado.” Pág: 19.

Depois da surra, Helena criou um objetivo em sua vida, destruir o poderoso Duque que acabou com todos os seus sonhos, mas antes, ela precisava se recuperar. O que não imaginava era que ele além de chamar o médico, ainda daria tempo de recuperação, ela não esperava nenhum tipo de misericórdia dele.

Não posso contar mais que isso porque seria spoiler gravíssimo, mas preciso comentar algumas coisinhas: Helena é simplesmente a frente do seu tempo, não vá achando que encontrará uma mocinha delicada que não sabe o que quer. George se torna extremamente humano durante a leitura, e conseguimos entender perfeitamente seus motivos, mas preciso confessar que ainda sim quis bater nele em algumas horas!! Hahaha. Para finalizar, quero  convidar você, leitor, a se surpreender com este livro, da mesma maneira em que eu me surpreendi.

Avaliação:
Ficha Técnica
Título: O dia em que te amei
Série:  Deusas de Londres #02
Autora: Paula Toyneti Benalia
              Editora: The Gift Box
Páginas: 234
O livro de hoje foi publicado aqui no Brasil pela editora Record, sendo o primeiro da Trilogia dos Príncipes de Elizabeth Hoyt. O Príncipe Corvo é um romance de época diferente dos outros que já li, além de ter uma pegada bastante sensual.  

Anna Wren é uma pobre e respeitável viúva que perdeu o marido muito jovem e, desde então, mora com sua sogra, que a considera como uma filha. Ela aprendeu a se virar após a morte de seu marido, ou teria passado fome, pois ele não havia deixado nada para Anna e sua mãe. Porém, a dificuldade financeira é real, e suas fontes de renda estão cada vez mais escassas. 

Após sair pela cidade procurando emprego de governanta, ou até criada, em alguma casa e perder as esperanças, Anna esbarrou com o Sr. Hoppe, que por um acaso estava procurando um novo secretário para o Conde de Swartingham. Apesar dos preconceitos que enfrentaria, Anna se pôs a disposição para assumir o emprego, e depois de muita hesitação, o Sr. Hoppe finalmente concordou em empregá-la. 

— (…) É tão mais fácil simplesmente fazer o que as pessoas esperam de você, Anna.
— Pode ser mais fácil, mas não é necessariamente a coisa certa a fazer, mãe.

Edward de Raaf é o Conde de Swartingham, um homem amargurado e solitário. Sua família inteira foi acometida por uma doença, inclusive o próprio, e ele foi o único sobrevivente. Depois de anos afastado, voltou para administrar propriedade herdada da família, mas sua personalidade forte afasta todos os secretários que contrata, não é possível que ele seja tão ruim assim, será que todos fogem por conta de suas cicatrizes? 

Após o choque inicial de descobrir que seu novo secretário é, na verdade, uma secretária, Edward começa a admirar - se é que vocês me entendem - muito a sua nova funcionária, ela é a única pessoa que não tem medo de confrontar ele e falar o que pensa quando necessário. O desejo que ele sentia por ela estava se tornando insuportável. 

Ela não estava acostumada a discutir com cavalheiros, e achou muito difícil permanecer decidida e não pedir desculpas. Como era empolgante falar o que pensava sem se importar com a opinião de um homem! Realmente, ela deveria ficar envergonhada diante dessa ideia, mas não conseguia se arrepender. Não. De forma alguma.

Enquanto Anna guardava coisas na gaveta de seu patrão, ela não deixou de observar um recibo que estava guardado lá dentro, ele era de um bordel localizado em Londres. Então todas as viagens do Conde à Londres eram para frequentar aquele lugar de má reputação? E por que ela estava se sentindo tão traída? Ela era apenas uma secretária. 

Raiva. Anna sentiu raiva. A sociedade poderia não esperar o celibato do conde, mas certamente esperava isso dela. Ele, por ser homem, poderia ir a casa de má reputação e aprontar por toda a noite com criaturas sedutoras e sofisticadas. Enquanto ela, por ser mulher, deveria ser casta sem nem ao menos pensar em olhos escuros e peitos cabeludos. Simplesmente não era justo. Nem um pouco justo.

E é aí que o livro começa, Anna tem a ideia mais absurda existente, e está pronta para pôr em prática, mas se ela for descoberta, não só sua reputação estará arruinada, como perderá seu emprego! 

Ao descobrir que o conde de Swartingham visita um bordel para atender suas “necessidades masculinas”, Anna Wren decide satisfazer seus desejos femininos… com o conde como seu amante.

O que eu mais gostei nesse livro, foram os papéis invertidos dos personagens. Anna toma a iniciativa para conquistar o Conde. O Conde tem problemas de autoestima e Anna também o ajuda a superar essa barreira. As aparências dos protagonistas também são mais reais, Anna é descrita pelo Conde como uma mulher normal, e o Conde é uma homem cheio de cicatrizes de Varíola, a autora fez um ótimo trabalho nesse quesito. Muitas coisas do livro me incomodaram, o desenvolvimento rápido, personagens sendo mal desenvolvidos ou esquecidos, plot twist fraco e outras coisinhas, mas não deixei de gostar da leitura. Por isso, recomendo essa leitura para quem gosta de um romance com história e estrutura diferenciada, e uma ótima protagonista empoderada! 


Avaliação:                                                                       
Ficha Técnica
Título: O Príncipe Corvo
Autor: Elizabeth Hoyt
Editora: Record
Páginas: 350

Oi Povo,
Hoje vamos falar de “No ritmo do Amor” primeiro livro da série “Music Street”, mais uma série da arrasadora/destruidora de corações Brittainy C.Cherry. Todos os livros que li da autora são simplesmente maravilhosos e esse não ficaou para trás, entrando na minha lista de favoritos. Os livros da autora sempre nos ensinam uma grande lição de vida, portanto, se você ainda não a conhece, precisa mudar isso urgentemente!!! Haha.

Jasmine Greene foi criada por sua mãe para ser uma grande estrela e, aos 16 anos, sua carreira ainda não tinha deslanchado, para o desespero de sua mãe. Ela sempre sonhou em ser uma cantora de soul, mas isso estava fora de cogitação, pois  não é o que sua mãe sempre sonhou, ela quer que Jasmine seja uma estrela do pop. Isso deixa Jasmine completamente frustrada, mas infelizmente, não existe muita opção.

“Minha mãe era cantora, mas sua carreira nunca deslanchou. Ela me contou que, antes de ser descoberta, engravidou de mim e ninguém quis uma superstar grávida.” Pág: 10.

O único lado bom da vida de Jasmine, era Ray, o namorado da sua mãe, eles moravam juntos há anos, e ele a tratava como uma filha. Ray é músico e,  por conta da profissão,  vivia viajando e levava elas junto, por isso ela foi educada em casa, com sua mãe lhe sufocando para estudar cada vez mais música. Quando ele resolve se estabelecer em Nova Orleans, eles finalmente matriculam Jasmine numa escola normal.  Ela simplesmente não acreditou que finalmente teria amigos.

“Significou muito para mim, mas, para minha mãe, significava que eu ia ficar mais tempo sem estudar arte musical. Para ela, o ensino médio era brincadeira de criança, e eu já estava velha demais para brincar.” Pag: 12.

Elliott Adams era um menino magricela que usava óculos e tocava saxofone como Jasmine nunca tinha visto na vida. Ela viu sua apresentação na rua sem querer e ficou extremamente emocionada, foi como se a música tocasse no fundo de sua alma. Ela não tinha ideia de que eles estudavam na mesma escola, e o que ele passava naquele lugar.

“Como ele aprendera a tocar daquele jeito? Como alguém tão jovem podia ter tanto talento? Vivi a vida inteira cercada de músicos, mas nunca tinha visto nada igual.” Pág: 14.

Com o decorrer do livro, ela acaba se aproximando dele na escola e tenta defendê-lo. O problema é que muita coisa não sai como o planejado, mas a amizade dos dois é a coisa mais linda de se ver. Não posso contar mais que isso para não soltar nenhum maldito spoiler, mas preciso dividir com vocês algumas coisas:
- Esse livro é mais profundo do que apenas um romance entre adolescentes, ele é uma verdadeira lição de vida.
- Elliott ou Eli é um dos personagens mais lindos que já li na vida, ele simplesmente sofre um bullying sinistro e ainda assim consegue manter um coração de ouro.
-  Jasmine é simplesmente fofa e se decepciona demais para uma pessoa tão jovem.
Ray é o pai postiço mais pai que já li. Ele chamando Jasmine de Branca de Neve é simplesmente a coisa mais fofa!
- Odeio a mãe da Jasmine, não me preocupei nem em citar o nome da criatura das trevas! Hahaha.
- Katie e Laura, irmã e mãe de Elliott, que família incrível, só assim para descrever. Ele aguenta tanto bullying porque tem amor dentro de casa.
- Teddy James mais conhecido com TJ, tio de Elliott, simplesmente sem palavras para descrevê-lo, é a melhor pessoa do livro, seu papel é fundamental na história.

Nem deu para perceber que fiquei completamente apaixonada pelos personagens, né? Hahaha. Porém não se enganem achando que tudo na leitura é um mar de rosas porque existem muitos espinhos que vão lhe fazer chorar. Simplesmente prepare a caixa de lenços.

Avaliação:
Ficha Técnica
Título: No Ritmo Do Amor
Série:  Music Street #01
Autor: Brittainy C. Cherry
Editora: Record
Páginas: 346
Bom-dia, boa-tarde, boa-noite aqui quem fala novamente é Tyler Dur… Quer dizer Avelino, e hoje estamos aqui para falar de algo que não deveríamos falar sobre (O clube da luta). Senhoras e senhores a história escrita por Chuck Palahniuk relata como um cidadão certinho completamente ligado ao sistema corporativo e social, e que vai aos poucos quebrando e se tornando um oposto a tudo que ele vivia e acreditava. O livro conta a história do Narrador que é retratado no livro como um viajante sem nome, o mesmo tem uma personalidade calma, mas está passando por alguns problemas de saúde, como por exemplo, insônia (os outros problemas entregariam a história kkk), e acaba se envolvendo com Tyler Durden, um personagem que completamente o oposto do que prega “A Família Tradicional”, é um cara beberrão, odeia os sistemas de governos em geral, para ele ninguém deve ser sugestionado por marcas para comprar algo, poderia dizer que Tyler vai contra tudo que o Narrador costumava acreditar, e conforme o envolvimento dele e de Tyler avançam ambos percebem que se completam. O Narrador e Tyler são os criadores do clube da luta, o clube da luta é um ambiente onde dois homens entram, e praticamente esquecem quem realmente são, e tudo que fazem é lutar até que um fique inconsciente ou desista. Como todo clube o mesmo possui regras, não são muito ortodoxas, mas são regras, e elas são:

    "Você não fala sobre o clube da luta.
    Você não fala sobre o clube da luta.
    Quando alguém diz pare ou fica desacordado mesmo que esteja fingindo, a luta acaba.
    Apenas duas pessoas por luta.
    Uma luta por vez.
    Sem camisa e sem sapatos.
    As lutas duram o quanto tiverem de durar.
    Se for sua primeira noite no clube da luta você tem que lutar."

É claro que ao falar do livro do clube da luta, é impossível não falar sobre filme de 1999, com mesmo nome, é uma das obras mais fiéis ao livro que já vi, é um filme tão incrível quanto o livro, com o Narrador sendo Edward Norton  e Brad Pitt como Tyler Durden. Tudo que posso dizer assistam o filme, leiam o livro, façam tudo possível sobre o clube, e não esqueçam você não fala sobre o clube da luta.




Olá galerinha,
Sou incentivada, pela minha incrível mãe, a ler desde muito pequena, mas não tinha o costume de visitar livrarias, e compras pela internet era uma realidade distante (denunciei a idade). Enfim, conforme a idade ia aumentando comecei a procurar livros em casa, e foi assim, fuçando os livros da minha mãe, que conheci a autora da resenha de hoje, Danielle Steel. Tenho um carinho especial pelos livros “Entrega Especial” e “Uma só vez na vida”, pois foram meus primeiros contatos com romances fora livros paradidáticos. Engatei nos livros adolescentes e não tive mais contato com ela até 2017, quando a Editora Record publicou o livro de hoje, e fiquei extremamente grata.

Uma Mulher Livre me lembrou porque amava os livros da Danielle Steel, que para os que não conhecem, tem uma pegada estilo Nicholas Sparks e Jojo Moyes, mas Danielle veio primeiro e é uma autora best-seller mundial. Se não conhece, se prepare para se apaixonar, suas protagonistas são de uma força e empoderamento que nos incentiva a ser mais.

Annabelle Worthington é uma jovem privilegiada, nasceu em uma família nobre e influente em Nova York, mas seu privilégio vai além disso, é muito maior em família, ela cresceu em um mundo perfeito, uma família feliz e rodeada de segurança, amor, carinho, gentileza e bondade.

O futuro, assim como a história da família, era previsível, indubitável e seguro.Pág.: 7

Mas Annabelle nasceu para mais do que a tediosa vida da aristocracia, ela tinha muito mais a oferecer, e a vida às vezes nos leva por caminhos tortuosos para nos tornarmos quem deveríamos ser. Logo no início do livro nossa protagonista passa pela primeira provação. Pouco depois do seu debute, é acamada por uma doença que a impede de viajar com os pais e o irmão no luxuoso Titanic. Quando apenas a mãe volta, a dor e tristeza tomam conta da casa que antes era repleta de luz e alegria.

Desde nova Annabelle se interessou pela medicina, mas por ser nobre, não seria bem visto para uma mulher estudar ou exercer essa profissão, e aos dezoito anos apenas desejava encontrar um bom marido e ser feliz. Entretanto, durante o período de luto não é permitido usar roupas coloridas, ir a festas, assim como usar joias, então ela passa os dias a tentar alegrar a mãe e auxiliar como voluntária em um dos hospitais da cidade. Annabelle acaba por conhecer um bom homem que incentiva sua paixão pela medicina, e seu aprendizado, iniciando a curva para algo totalmente novo. Em meio ao início do que conhecemos como a primeira guerra mundial, ela sofre novas terríveis provações e se vendo em uma situação que jamais imaginou, ela demonstra uma força e coragem clássicos das protagonistas desenvolvidas por Danielle Steel. Annabelle decide deixar a antiga vida para trás e parte rumo à Europa para se voluntariar em um hospital administrado por mulheres, bem próximo ao front da guerra.

É lá, em meio aos horrores da guerra, ao trabalho constante que ela dá novos passos para se tornar a mulher que nasceu para ser. Dedicada, inteligente, com um instinto natural, ela conquista seu lugar, desenvolve novas habilidades e mostra sua competência.

O livro apresenta Annabelle, de forma a nos permitir ver a menina se transformando em mulher. Sua trajetória não é fácil, ela se atravessa caminhos de muita dor e tristeza, ela não é mais a jovem e sonhadora nobre com um sobrenome influente e um destino previsível, ela agora é uma mulher dona do seu destino e vai subir cada degrau de salto alto. Sua criação tem grande influência na forma como ela lida com as situações de crise em sua vida, independentemente do que aconteça sua bondade e gentileza continuam intactos. Ela mostra que não é preciso gritar, fazer alarde e provar nada a ninguém, basta ser.

Nessa semana que comemoramos o dia da mulher, nada melhor do que ler uma obra de Steel para nos lembrar de quem somos e do que somos capazes. Feliz Dia da Mulher!


Avaliação:
Ficha Técnica
Título: Uma Mulher Livre
Autor: Danielle Steel
Editora: Record
Páginas: 294
Oi Povo, tudo bem?
Que sou fã de Lisa Kleypas vocês já devem ter reparado, mas já conheceram a série contemporânea, The Travis Family, lançada pela Gutenberg? Se não conheceram ainda, vamos mudar isso agora, pois vamos falar do terceiro livro, chamado “A Busca”.

Hannah Varner tem uma vida relativamente estável e controlada ao lado de Dane, essa vida a deixa tranquila, pois lhe dá uma sensação de segurança que ela nunca teve quando pequena. Ela e sua irmã tiveram uma infância extremamente conturbada com sua mãe histérica e com o entra e sai de padrastros. Com isso, ela evita ao máximo contato com sua mãe e irmã.

“Quando foi a última vez que você telefonou para ela? Você pensa na gente, Hannah? Sua família? Existe algum lugar para nós na sua lista de prioridades?” Pág: 06.        

Até que em um belo dia, ela recebe uma ligação histérica de sua mãe, dizendo que sua irmã, Tara, teve um filho e o abandonou pedindo que a mãe ou ela tomassem conta do mesmo. Hannah se vê numa situação extremamente louca, mas acaba indo até a casa da mãe para tentar descobrir onde foi parar a irmã, e verificar como está o recém nascido. Quando chega lá, fica bem claro que sua mãe o quer o mais longe possível e, com isso, ela se vê sozinha com uma criança que não é sua, em busca da mãe e do pai do menininho.

“Aquilo não era justo, não era minha culpa, eu também estava ocupada e tinha que voltar para minha própria vida. Mas o que me manteve em silêncio - além do fato de eu saber que minha mãe não ligava - foi que aquela pessoa, que estava de fato sendo injustiçada, era única que não poderia falar por si mesma. Luke era uma batata quente, destinada a ser jogada de um lado para outro até que alguém fosse obrigado a ficar com ele.” Pág: 20.

Por meio de sua prima Liza, ela descobre que um dos possíveis pais é Jack Travis,  e resolve ir  atrás dele para tentar arrumar alguma solução para essa verdadeira loucura. O mais engraçado, é que Jack é milionário, e faz parte de uma das famílias mais importante do Texas, deixando a situação ainda mais enrolada.

Nos livros anteriores, conhecemos Jack como o irmão brincalhão e mulherengo, mas só nesse livro conhecemos sua a verdadeira personalidade e, devo dizer, é de fazer suspirar o livro inteiro! Lisa escreve mocinhos perfeitos! Hahaha. O que dizer de Hannah? Que personagem maravilhosa, que coração enorme, não posso contar detalhes, mas o que ela fez pela irmã não é qualquer um que faria.  Os personagens que detestei logo de cara são: Dane e a mãe de Hannah. Oh personagens desprezíveis!! Hahaha.

Resumindo o livro: assim como os anteriores da série, irá te surpreender. É impossível parar a leitura antes de saber o que vai acontecer com Hannah, o bebê e Tara.

Quer conhecer melhor a série? A Protegida e A Redenção

A Autora->Lisa Kleypas

Avaliação:
Ficha Técnica
Título: A Busca
Série:  The Travis Family #03
Autor: Lisa Kleypas
Editora: Gutenberg
Páginas: 288
author
Se você: Cheira livros, se apaixona por personagens, sofre com eles como se fosse alguém da sua família, corre atrás de autógrafos, viaja para outro estado para participar da Bienal do Livro, adora um sebo, procura por eventos literários, entra na livraria para dar um livro de presente e sai com dois para você, então você está no lugar certo!